Paraty e Ilha Grande são reconhecidos como Patrimônio Mundial da Humanidade

Localizados no sul do estado do Rio de Janeiro, Paraty e Ilha Grande foram reconhecidas pela Unesco como patrimônios mundial da humanidade. O que esse título significa? Que as regiões são consideradas pela comunidade científica de inigualável e fundamental importância para a humanidade.

Os locais se consagram como o primeiro sítio de patrimônio misto do Brasil, ou seja, que inclui bens culturais e naturais, já que o que foi reconhecimento em Paraty, foi o famosíssimo e tradicional centro histórico. Dos mais de mil patrimônios mundiais, apenas 39 locais, em 31 países, são sítios mistos. Estamos chiques, hein? O Brasil é foda.

Agora, Paraty e Ilha Grande se juntem a outras 21 áreas brasileiras com o título da Unesco, dos quais são sete naturais e 14 são culturais. A lista inclui Ouro Preto (MG), Olinda (PE), São Luís (MA), cidades de Goiás (GO) e Salvador (BA), o Plano Piloto de Brasília, o Pantanal, as ilhas de Fernando de Noronha e Atol das Rocas, o Parque Nacional do Iguaçu (PR), as paisagens do Rio de Janeiro e o Cais do Valongo (RJ).

De acordo com a Unesco, a importância de conceder o título de patrimônio mundial é garantir a proteção ao ambiente, o respeito à diversidade cultural e às populações tradicionais dignos de atenção especial. Além disso, os sítios geram uma importante fonte de renda vinda do ecoturismo – ou seja, o reconhecimento de uma área ajuda na adoção de medidas que tornam o turismo mais consciente, ecológico e sustentável. Valeu, Unesco, o planeta agradece.

Historicamente olhando esta nova conquista brasileira, vale relembrar que Paraty havia se candidatado em 2009. O tradicional centro da cidade chegou até a última etapa da avaliação, mas foi rejeitada por falta de elementos. Ainda bem que, anos depois, a galera poderosa percebeu que o local merece atenção especial, sim, e concedeu o título!

Com isso, temos mais cantinhos do Brasil devidamente protegidos e/ou assistidos pelo Ministério do Meio Ambiente, pelo ICMBio, pelo Inea, Iphan, Unesco e outras entidades encarregadas de amenizar os danos que o homem tem feito por aí. Vai, planeta!!!