Três truques para deixar a mochila mais leve

Tá aí uma coisa que atrapalha qualquer aventura ou atividade física: mochila pesada. Não dá, não. Além de atrasar o tempo, ainda é desconfortável até falar chega. Pensando em otimizar sua trilha, corrida, pedalada, caminhada, acampamento ou até o seu dia a dia, separamos três truques simples para maneirar aí no peso que vai nas costas. Dá uma olhada:

1. Atenção com a quantidade de comida

O erro mais comum dos mochileiros é exagerar na comida. Mas, a conta aqui é simples: quanto menos peso você carregar, menos energia vai gastar e menos calorias terá que repor. Ou seja, procure levar consigo alimentos com melhor proporção calorias x peso, como frutas desidratadas, castanhas, alimentos liofilizados, barras, flocos de arroz caramelizado ou carboidratos em gel.

Mas, como destacamos ali, ATENÇãO! Não fique paranoico com o peso e leve menos comida do que você precisa. Melhor uma mochila um pouco mais pesada do que não ter o que comer, não acha?

Segundo reportagem do site Go Outside, para estimar a quantidade certa de comida para cada atividade, basta fazer um cálculo matemático. A necessidade de carboidrato varia de 30g a 60g por hora de prova ou de treino. Quanto mais intensa a atividade ou mais acelerado o seu metabolismo, mais próximo dos 60g. Já a ingestão de proteínas é ideal que a ingestão diária fique em torno de 126g.

Cheque os rótulos de alimentos e leve o que você realmente precisa – e um pequeno extra, porque ser prevenido nunca fez mal a ninguém.

2. Água para se hidratar e só

Maior vilã das mochilas leves: a garrafa de água! Para evitar que o item de maior peso (e mais necessário) esteja mais carregado do que precisa, é importante se atentar a quantidade. A dica aqui é que você estude seu percurso e o entorno (válido também para o local em que vai acampar), estime o tempo que levará para percorrer (ou se fixar com sua barraca) e carregue apenas o tanto de água que você realmente vai precisar.

Também é interessante avaliar a melhor maneira de levar a garrafa. Em uma caminhada por lazer, a mochila de hidratação é sempre a melhor pedida. Em uma competição, dependendo da quantidade de rios no percurso, uma caramanhola levada na mão ou nas alças da mochila facilita o reabastecimento.

Estudos recomendam que em um clima tropical ameno, devemos tomar 500 ml de líquido por hora. Já em climas muito quentes, é preferível dar preferência por isotônicos para repor carboidratos, proteínas e vitaminas.

3. Invista em equipamentos mais leves

Ok, os equipamentos bons e leves são mesmo mais caros. Mas, vamos combinar que se você quer otimizar performance e conforto, este é um investimento que definitivamente vale a pena. Escolha, por exemplo lanternas de cabeça, que iluminam bem e pesam pouco. Ou ainda modelos com baterias de lítio, que pesam 50% menos que as pilhas alcalinas e têm maior durabilidade.

A jaqueta corta-vento também é importante e deve ser feita de acordo com o clima. O mesmo critério deve ser aplicado na escolha do seu saco de dormir, barraca e até fogareiro, que são indicados para certas temperaturas e altitudes.

E aí, que tal fazer a mochila para a próxima aventura com mais consciência sobre o que você precisa, de fato, para vivê-la? Já dizem por aí há muito tempo: menos é mais.

 

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