O que tem valor para você? Nós valorizamos aquilo que o dinheiro não compra. Valorizamos viver a vida lá fora e se sentir energizado. Respirar no meio da natureza e entender que pouca coisa pode ser mais engrandecedora do que ver o mundo com os próprios olhos. Abençoados por viver em um país tão diversificado como o Brasil, que oferece mais de 70 parques nacionais prontos para ser explorados, decidimos separar alguns e reunir dicas e curiosidades para tornar a sua visita ainda melhor. Confira abaixo!
#IntoTheOutdoors

Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, PE

O Arquipélago de Fernando de Noronha, localizado em Pernambuco, é formado por 21 ilhas, em uma extensão que soma 26 km² de tirar o fôlego. Com apenas uma ilha habitada, as outras 20 estão contidas no Parque Nacional Marinho e só podem ser visitadas com licença oficial do Ibama.

Além das praias com água cristalina, o parque protege, desde 1998, uma extensa riqueza ambiental, abrigando inúmeras espécies de peixes, corais, espécies endêmicas, tartarugas marinhas, golfinhos, pequenos tubarões e outros tantos animais. No arquipélago também existem sítios arqueológicos, que contam mais de 500 anos de história do Brasil!!!

Sendo uma das maiores áreas marinhas protegidas do país, o parque oferece perfeitas condições para mergulho com cilindro, fazendo jus à fama de ser um dos melhores lugares do mundo para a prática. As águas em tom azul turquesa também são favoráveis ao surf, conquistando o apelido de Havaí brasileiro. Com ondas fortes e tubulares, o melhor período para um surf trip é entre os meses de dezembro e março. Quem for acompanhado da prancha, não pode deixar de fazer uma queda na Cacimba do Padre, a praia que concentra as melhores ondas da ilha.
Existem algumas opções para ajudar no deslocamento pelo arquipélago. A primeira é, claro, caminhando. Andar pelas praias de Fernando de Noronha te proporciona a experiência de estar inserido na natureza mais preservada que você verá nos últimos tempos. Além disso, algumas praias têm acesso exclusivo por trilhas, então, é bom se acostumar com dar uma andadinha para explorar coisas novas. Porém, existe também a possibilidade de se locomover por meio de ônibus, buggy, táxi, bicicletas e até caronas. Por que não?

As trilhas do Parque Nacional Marinho requerem agendamento prévio. Isso porque a presença de um guia, em algumas delas, é obrigatória. Mas, vamos lá: se você procura uma trilha mais rápida, é válido conhecer a da Atalaia, que dispensa a necessidade de ter um guia e é bem fácil de completar. Mas, se você gosta de um desafio, a trilha de Atalia, que tem cerca de 4 horas de duração, pode ser mais atraente. Dica amiga: não deixe de conferir o pôr do sol no Bar do Meio, no Forte Nossa Senhora dos Remédios ou em São Pedro do Boldró.

Para chegar em Fernando de Noronha, você precisa saber que existem apenas duas opções: embarcação (acesso mais difícil) ou avião (via mais rápida e confortável). Os voos diretos para o arquipélago partem apenas de Recife e Natal, e duram cerca de uma hora. Ou seja, para quem vive em outros estados do Brasil, é necessário fazer conexão em uma das duas cidades para chegar ao destino final. O caminho do aeroporto até a pousada normalmente é feito por transfers, disponibilizados gratuitamente pelo próprio local onde você fechou a estadia.

Para ingressar no Parque Nacional Marinho Fernando de Noronha, os visitantes brasileiros pagam R$ 97 por um tíquete que vale por 10 dias. Cerca de 70% da arrecadação é revertida em melhorias estruturais do local. Além disso, na entrada também é cobrada uma taxa de preservação, que custa R$ 70,66 por dia.

http://www.brasil.gov.br/noticias/meio-ambiente/2017/02/parque-marinho-de-fernando-de-noronha-pe-muda-regras-para-visitacao

https://www.sosma.org.br/blog/serie-parques-brasil-parque-nacional-marinho-de-fernando-de-noronha/

http://www.ilhadenoronha.com.br/ailha/ailha.php

http://www.surftrips.com.br/fernando-de-noronha-o-hawaii-brasileiro/

https://guia.melhoresdestinos.com.br/como-chegar-fernando-de-noronha-72-565-p.html

Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, MT

Criado em 1989, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, localizado no Mato Grosso, protege 33 mil hectares de amostras significativas dos ecossistemas locais, recursos naturais e sítios arqueológicos. A unidade de conservação abriga um grande número de cachoeiras, mirantes, formações rochosas, pinturas rupestres e trilhas.

Aberto diariamente durante todo o ano, o parque inicia as visitações, que são gratuitas, às 9h e encerra às 16h. Para planejar uma visita, você deve considerar que o período entre dezembro e março tem maior incidência de chuvas. Já de julho a outubro é época de seca, onde altas temperaturas são alcançadas, e existe a possibilidade de haver queimadas.

Atualmente, estão abertos para visitação atrações como o Véu da Noiva, o mais famoso do parque, a cachoeira dos Namorados e o Morro de São Jerônimo. Em grande parte das atrações, é necessário fazer um agendamento prévio com guias ou condutores autorizados pelo parque. Você consegue programar sua visita acompanhada pelo site https://www.ecobooking.com.br/Relacao_guias_autorizados.php?XXtrE=v3vbnqw03mgj17ydlzef. Além das caminhadas, trilhas, mergulhos em cachoeiras e rio, ainda é possível fazer ciclismo nas áreas permitidas, que se restringem às estradas.

O complexo não oferece estrutura para pernoites, ou seja, não é permitido acampar dentro dos limites do parque. Para visitar e conseguir voltar no dia seguinte (e no outro e no outro, já que o ideal é ficar, ao menos, 4 dias), é possível se hospedar na cidade de Chapada dos Guimarães, que conta com campings, hotéis e pousadas, ou em Cuiabá.

A ida até o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães pode ser feita de carro, ônibus ou avião. A 50 km de Cuiabá e 11Km da Chapada dos Guimarães, a entrada principal da unidade de conservação pode ser acessada por carros particulares. Já os ônibus partem de Cuiabá e fazem a viagem em cerca de uma hora. Para ir de avião, é válido pegar um voo de qualquer capital do Brasil para Cuiabá. Do aeroporto, é possível chamar um Uber, táxi ou pegar um ônibus até o parque (ou seguir para o local de sua estadia). Na cidade de Chapada dos Guimarães não há aeroportos.

Dica amiga: use roupas confortáveis, evite fazer trilhas entre 11h e 15h e use repelente.

http://www.icmbio.gov.br/parnaguimaraes/guia-do-visitante.html

https://bit.ly/2pK8wq7

https://www.mochileiros.com/topic/40-chapada-dos-guimar%C3%A3es/

http://www.chapadadosguimaraes.com.br/camping.htm

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Alto Paraíso - Goiás

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, criado em 1961, e reconhecido como Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, está localizado no estado em Goiás, entre os municípios de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante e Colinas do Sul. Com formações vegetais únicas, centenas de nascentes e cursos d’água, rochas com mais de um bilhão de anos, a unidade de conservação protege 240 mil hectares, além de assegurar a preservação áreas de antigos garimpos, como parte da história local.

O parque funciona gratuitamente o ano todo, abrindo os portões para entrada das 8h às 12h, e fechando às 18h, de terça a domingo. É importante dizer que, normalmente, o período de seca vai de abril a setembro, o que diminui o volume das cachoeiras, enquanto as chuvas se estendem de outubro a março, sendo o mês de maio o mais florido e julho o mais movimentado.

Além do atrativos naturais e bem preservados, com sorte, os visitantes podem contemplar a presença dos animais que compõem a rica fauna local, como os lobos-guarás, veados-campeiros, tamanduás-bandeira, araras e carcarás. Existem quatro trilhas abertas ao público, sendo a menor a de Seriema, com apenas 800 metros – ideal para levar crianças. No entanto, um dos percursos mais escolhidos é a Trilha dos Saltos, que tem 9 km (ida e volta), da qual é possível ter uma bela visão de uma cachoeira de 120 metros de altura e, mais adiante, mergulhar no lago formado por uma queda d’água de 80 metros.

É permitido acampar no parque. Inclusive, essa é uma ótima pedida para os nossos aventureiros de plantão! A estadia, porém, tem um número restrito de 30 pessoas por noite, instaladas na Travessia das Sete Quedas. Para quem prefere uma experiência mais confortável, existem opções de hotéis, pousadas e campings nos três municípios que o parque ocupa. Sendo Alto Paraíso o maior entre eles, os preços da estadia acabam sendo melhores. Já a Vila de São Jorge é ideal para quem prefere fugir das luzes da cidade grande e curtir um contato maior com a natureza. Cavalcante começou a receber o turismo recentemente, de modo que as opções de hospedagem são mais limitadas.

Para chegar até o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, é possível ir de avião até Brasília ou Goiânia e, de ambos os pontos de partida, pegar um carro para percorrer os 230 km ou 460 km, respectivamente, até Alto Paraíso. Chegando, siga em direção a São Jorge. Após 22 km de rodovia asfaltada e 14 km de estrada de terra, o caminho até a portaria do parque tem menos de 1 km de extensão, podendo deixar o carro no estacionamento mais próximo e ir andando, de bicicleta ou continuar de carro.

http://g1.globo.com/goias/noticia/2015/07/chapada-dos-veadeiros-go-como-chegar-quando-ir-e-o-que-visitar.html

https://www.buenasdicas.com/cachoeiras-trilhas-chapada-dos-veadeiros-3938/

http://www.aepescalada.com.br/escalada-outdoor/locais-e-croquis/chapada-dos-veadeiros/

https://www.buenasdicas.com/cachoeiras-trilhas-chapada-dos-veadeiros-3938/

https://viagemeturismo.abril.com.br/atracao/parque-nacional-da-chapada-dos-veadeiros/

http://www.icmbio.gov.br/parnachapadadosveadeiros/guia-do-visitante.html

https://www.topensandoemviajar.com/2018/01/09/onde-ficar-na-chapada-dos-veadeiros/

https://www.vamostrilhar.com.br/aventuras/os-17-melhores-atrativos-da-chapada-dos-veadeiros-go/

Parque Nacional da Chapada Diamantina, BA

O Parque Nacional da Chapada Diamantina, localizado na Bahia, soma 152 mil hectares e protege uma parcela da Serra do Sincorá, que é a parte norte da Serra do Espinhaço, cadeia montanhosa que se estende de Minas Gerais à Bahia. Com grande diversidade ecológica e ambiental, a reserva abriga três biomas brasileiros, sendo eles a Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, além de centenas de quedas d’água, sítios arqueológicos e uma geologia suntuosa.

Ainda que a estadia ideal seja de, pelo menos 10 dias, esse tempo ainda não é o suficiente para conhecer todas as cachoeiras e explorar completamente a diversidade da fauna e flora do parque baiano. Ali, as bromélias e orquídeas encontram um ambiente privilegiado, se adaptando às diferenças de clima, altitude e solo. As serras oferecem sustento para jaguatiricas, onças, mocós, veados, teiús e seriemas. Fora os já conhecidos, a cada ano, pelo menos quatro ou cinco novas espécies de plantas endêmicas e três espécies de animais são descobertas na região.

Engana-se quem pensa que a visita ao parque, que não tem nenhum custo, rende apenas uma boa caminhada e a um contato inigualável com a natureza. As agências de turismo locais, pousadas ou mesmo comunidades alternativas, promovem roteiros de mountain bike, off-road, canoa, escalada e trilhas. Para todos os passeios, é altamente recomendável o acompanhamento de um guia, uma vez que os caminhos são pouco sinalizados e não há nenhum sinal de celular.

Qual a melhor época para visitar o parque? O ano inteiro! Porém, é importante saber que no período entre novembro e janeiro as chuvas são mais frequentes, enquanto de junho a agosto, é a época de seca, levando as quedas d’água a ficarem um pouco menores.

Existem 38 trilhas de entrada que dão acesso ao local, partindo dos municípios de Andaraí, Ibicoara, Itaetê, Lençóis, Mucugê e Palmeiras, onde está localizada a sede administrativa.
Por isso, é recomendável a estadia em alguma dessas seis opções para otimizar a visita. Enquanto Lençóis concentra a maior quantidade de hotéis, Mucugê é uma pequena e aconchegante cidade que se mantém preservada graças ao fato de a estrada contornar a vila por fora.

Para quem quer fazer todo o caminho até a Chapada de avião, é recomendado pegar um voo de Salvador para Lençóis. As viagens, porém, não são diárias, tendo como padrão saídas às quartas e domingos. Na alta temporada, durante o verão, porém, a Azul costuma investir em mais voos durante a semana. É preciso pesquisar bem para comparar preços e encontrar um trecho que valha a pena. O transporte intermunicipal no entorno do parque é precário, sendo realizado apenas em alguns trechos por vans particulares. O ideal é fechar um transfer para fazer o caminho do aeroporto para o parque, ou para onde for a sua estadia.

Já quem prefere ir até Salvador de avião, e depois pegar um ônibus até Lençóis, há vários horários disponíveis por dia. Em caso de escolher pela rota mista (aéreo + ônibus), é importante deixar, no mínimo, duas horas de intervalo entre os dois transportes. Assim, o risco de perder o segundo trecho é menor.

A rodoviária de Salvador está localizada a 20 km do aeroporto de Salvador, e o trajeto entre os dois pode ser feito em ônibus executivo, táxi ou Uber.

http://www.icmbio.gov.br/portal/visitacao1/unidades-abertas-a-visitacao/9396-parque-nacional-da-chapada-da-diamantina

http://www.infochapada.com/parquenacional.htm

https://viagemeturismo.abril.com.br/atracao/parque-nacional-da-chapada-diamantina/

https://guia.melhoresdestinos.com.br/como-chegar-a-chapada-diamantina-221-2872-p.html

http://www.guiachapadadiamantina.com.br/parque-nacional/o-parque/

https://www.viajenaviagem.com/2013/09/chapada-diamantina-roteiro-dicas/

Parque Nacional do Pantanal Matogrossense

Criado em 1981 e reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense abrange uma área de 135 mil hectares, no extremo sudoeste do estado de Mato Grosso. Com o objetivo de proteger e preservar todo o ecossistema pantaneiro e sua diversidade, a reserva ajuda a manter o equilíbrio dinâmico e a integridade ecológica dos ecossistemas contidos ali.

O ingresso gratuito ao parque requer uma autorização prévia (15 dias de antecedência) a título de divulgação do ecoturismo do local, já que o parque ainda não está aberto para visitação pública. Os hotéis, normalmente, fornecem as informações necessárias para obter uma licença. Conseguindo a sua, é possível ir de barco, saindo de Porto Jofre, com o acompanhamento de um guia particular.

A melhor época para visitação é entre maio e setembro, quando há menos chuvas. A partir de maio, quando as águas começam a baixar, a observação da fauna se torna melhor. Sendo assim, é mais fácil se deparar com animais como capivaras, cervos do pantanal, lontras, cutias, araras, garças brancas e (cuidado) cobras e jacarés também. As chuvas se tornam mais frequentes entre outubro e abril, sendo janeiro e fevereiro os meses mais molhados. Além disso, a partir de dezembro a quantidade de mosquitos é muito maior e o calor é bem intenso.

Entre os atrativos do parque, se destacam a observação embarcada de animais silvestres (mais conhecido como safari) e a observação das aves coloniais nos ninhos e no dormitório da Baía dos Burros. Mas há também a opção de fazer piqueniques nas áreas permitidas, travessias e caminhadas. A grande riqueza de diversidade natural é, por si só, o que realmente faz valer a visita.

Devido à falta de estrutura e apoio ao turismo na região do parque,o ideal é ficar em um hotel ou pousada, ou, ainda, para os mais aventureiros (como nós), os barcos-hotéis na maior cidade pantaneira, Corumbá. Outra alternativa é o hotel localizado no Porto Jofre, em Poconé – de onde saem os barcos direto para a reserva, lembra? Caso você opte por uma acomodação em Corumbá, há a possibilidade de passar uns dias praticando a pesca esportiva, conhecer o Museu de História do Pantanal (Muphan) ou até o Forte Junqueira, com vista para o rio Paraguai. Se sobrar tempo, que tal uma voltinha pela Bolívia?

A cidade de Corumbá abriga um aeroporto internacional. Para ir ao parque nacional, basta adquirir sua autorização e embarcar no Porto Jofre e partir pelo rio Cuiabá. Partiu?

http://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Nacional_Pantanal_Matogrossense

http://www.icmbio.gov.br/parnapantanalmatogrossense/guia-do-visitante.html

http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/05/conheca-os-principais-parques-nacionais-do-brasil.html

https://viagemeturismo.abril.com.br/atracao/parque-nacional-do-pantanal-mato-grossense/

https://www.skyscanner.com.br/noticias/inspiracao/o-que-fazer-em-corumba-pantanal-mato-grosso-do-sul

Parque Nacional de Jericoacoara

Mais jovem, quando comparado a outras reservas, o Parque Nacional de Jericoacoara, situado no estado do Ceará, foi criado em 2002. Sua área de 8,4 mil hectares foi redefinida em 2007 e tem como o maior objetivo proteger os ecossistemas costeiros, garantir a preservação de seus recursos naturais, além de proporcionar pesquisa científica e educação ambiental. Uma grande preocupação da unidade é o zelo pelas dunas existentes na área.

Após o mais recente levantamento sobre a fauna local, foi registrado um total de 131 espécies de aves. A diversidade aquática na zona costeira também é enorme, contando com 76 espécies de animais aquáticos, entre eles peixes, crustáceos e moluscos. Se você der sorte, ainda pode encontrar espécies ameaçadas como a tartaruga-cabeçuda, a tartaruga-de-pente, a tartaruga-oliva e a onça-pintada.

O clima da região é quente e úmido, com temperaturas que oscilam entre 22º e 35º nos meses de dezembro a maio, alegrando o passeio dos amantes de praias, que são as maiores atrações do parque. O vento constante favorece a prática de esportes náuticos (windsurf, kitesurf e stand up) e, por isso, existem opções de praias com um grande número de frequentadores e pequenos comércios, e também as mais isoladas. Um dos pontos mais visitados da unidade é a formação rochosa Pedra Furada. Por ela, o mar faz um movimento de vai e vem digno de ser o cartão-postal de Jericoacoara. O farol, localizado no Serrote, também atrai muitos turistas.

Com entrada gratuita, há ainda muitas opções de entretenimento, como o passeio ecológico nos manguezais, que pode render um encontro com um cavalo-marinho, e nas lagoas temporárias, que formam uma atração à parte. Visitar a Árvore da preguiça, passear a cavalo ou buggy pelas dunas, fazer trilhas, andar de bicicleta por todo o parque e assistir ao sol se pondo no mar também estão entre as opções dos visitantes.

A popularização de Jericoacoara causou aumento nas possibilidades de hospedagem. Existem inúmeras opções de hotéis, pousadas e campings com uma distância de, no máximo, 400 metros da entrada do parque. Na Lagoa de Jijoca, próximo à entrada da Lagoa Grande, ou na praia do Preá também há uma variedade de locais para ficar. Uma busca rápida em sites especializados pode indicar qual o melhor orçamento para o seu plano.

A melhor rota para chegar à vila, é desembarcando no aeroporto de Fortaleza e, de lá, alugando um carro, pegando um Uber ou fechando um transfer para o deslocamento até o município de Jijoca, que fica a 294 km da capital cearense. De lá, basta seguir por mais 20 km de estrada de terra e pronto: você chegou ao seu destino.

https://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Nacional_de_Jericoacoara

http://www.icmbio.gov.br/portal/visitacao1/unidades-abertas-a-visitacao/190-parque-nacional-de-jericoacoara.html

http://www.icmbio.gov.br/portal/unidadesdeconservacao/biomas-brasileiros/marinho/unidades-de-conservacao-marinho/2261-parna-de-jericoacoara

http://www.portaljericoacoara.com.br/parque_nacional_jericoacoara.html

http://www.jeri-brazil.org/atracoes-jericoacoara.html

http://br.viarural.com/servicos/turismo/parques-nacionais/de-jericoacoara/default.htm

https://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Nacional_de_Jericoacoara

Parque Nacional de Aparados da Serra, RS

Localizado na divisa dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, o Parque Nacional de Aparados da Serra abrange uma área de aproximadamente 300 mil hectares. Criado em 1959, o local busca preservar a Mata Atlântica, os Pampas Gaúchos e as Florestas de Araucárias. Dentre os cânions abrigados pela unidade de conservação, está o Itaimbezinho, um dos mais famosos do Brasil.

Aberto para visitação o ano todo, os portões ficam abertos das 8h às 17h, de terça-feira a domingo. Algumas trilhas, como a do Cotovelo e a do Rio do Boi, a entrada deve ser feita antes das 15h e das 13h, respectivamente. O ingresso atualmente tem custo de R$ 17 por pessoa, porém, os brasileiros têm desconto de 50%, o que reduz o preço para R$ 8. Menores de 12 anos e maiores de 60 estão isentos do pagamento. O parque oferece estacionamento, mas não tem nenhuma lanchonete, por isso, é importante levar o seu próprio lanche e água.

Por estar situado na região Sul do Brasil, o clima pode ser frio, tendo média anual de 16ºC. O mês mais quente é janeiro, enquanto os mais frios são junho e julho. Contanto que você se vá preparado, a temperatura não vai atrapalhar seu passeio. Por lá, você vai encontrar algumas trilhas, sendo do Vértice a mais curta, com 1,4 km de extensão. Cada caminhada te leva a um novo mirante, que enche os olhos com os cânions reunidos no parque. Contemplar quedas d’água, fazer bike e trekking também estão entre as possíveis atividades dentro da propriedade.

Mas, se você busca um desafio maior, existe a trilha Rio do Boi, a mais longa e difícil entre as demais, cuja caminhada dura de 5 a 7 horas. O acesso é pela Praia Grande, em Santa Catarina, e só é possível fazer o trajeto entre os paredões de 700 metros de altura na companhia de um guia. No verão, o passeio possibilita banhos em cachoeiras e piscinas naturais.

Em meio às caminhadas, os visitantes podem receber a visita de papagaios-de-peito-roxo, jaguatiricas, guaxinins e leão-baio. O parque também serve de lar para três espécies ameaçadas de extinção: o gavião-pato, o gavião-pega-macaco e a águia-cinzenta. Completando a diversidade da fauna, ainda existem ali inúmeras espécies de répteis.

Há duas boas possibilidades de hospedagem:
1. Cambará do Sul, no Rio Grande do Sul: fica a cerca de 190 km de distância de Porto Alegre e 18 km até a entrada do parque.
2. Praia Grande, em Santa Catarina: fica a cerca de 300 km de Florianópolis e a 23 km até a entrada do parque.

Deste modo, pode ser mais vantajoso pegar um voo para Porto Alegre e, de lá, alugar um carro ou pegar um ônibus até Cambará do Sul. De lá, é só seguir rumo aos cânions do Parque Nacional de Aparados da Serra.

http://aparadosdaserra.net/parques-nacionais/3/parque-nacional-dos-aparados-da-serra.html

http://www.icmbio.gov.br/parnaaparadosdaserra/guia-do-visitante.html

http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/nossa-terra/2013/noticia/2013/09/canions-e-trilhas-sao-destaques-do-parque-nacional-aparados-da-serra.html

http://www.guiaaparadosdaserra.com.br/parques-nacionais/2/parque-nacional-dos-aparados-da-serra

https://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Nacional_de_Aparados_da_Serra

Parque Nacional Serra da Bocaina, SP

O Parque Nacional Serra da Bocaina, situado entre os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, protege uma das maiores e mais ricas amostras preservadas de Mata Atlântica no Brasil. Com cerca de 104 mil hectares, a unidade de conservação liga a serra ao mar, cortando os municípios de São José do Barreiro, Cunha, Ubatuba, Areias, Paraty e Angra dos Reis. Sua localização e altura fazem do local o abrigo perfeito para inúmeras espécies endêmicas e ameaçadas de extinção.

Embora o roteiro possa ser dividido em serra ou praias, o horário de funcionamento da portaria é das 6h às 18h, mas a entrada só é permitida até as 16h. O portão de acesso à serra fica localizado na pequena cidade de São José do Barreiro, em SP, sendo também a sede principal do parque, pode onde se tem acesso à maioria dos atrativos. É possível adentrar a propriedade por Trindade, no RJ, também. Lá, não há restrições de horário. De qualquer forma, o ingresso no parque é gratuito e é estritamente proibido acampar.

Sendo um dos poucos lugares do país que abriga animais ameaçados, como a onça-pintada e o preguiça-de-coleira, o local também conta com 300 espécies de pássaros, antas, cutias, preguiças e veados. A flora, igualmente rica, é recheada de orquídeas, bromélias, jequitibás e figueiras. Um passeio na extensão da reserva também guarda surpresas como cachoeiras com quedas que chegam a 100 metros de altura e picos com mais de 2 mil metros de altitude. A presença de um guia não é obrigatória, porém, as trilhas são pouco sinalizadas, o que requer atenção e preparo.

Na serra, o melhor período para explorar é entre os meses de maio e agosto, devido ao baixo índice de chuvas, deixando as trilhas mais secas e o céu mais limpo. O problema é que nessas épocas as cachoeiras ficam mais baixas e mais frias. A temperatura média é de 10ºC e as mínimas podem chegar a -2ºC nas madrugadas. Nada que boas cobertas e um windbreaker não resolva, certo? ;-) Já no litoral, os meses de alta temporada são de dezembro a fevereiro, graças ao verão, julho. Estes são os períodos de maior circulação de visitantes.

As praias, piscinas naturais, rios, cachoeiras e mirantes do parque podem ser explorados a pé ou de bicicleta. Entre seus principais atrativos turísticos destacam-se o Caminho de Mambucaba, também conhecido como trilha de Ouro, as cachoeiras de Santo Isidro, das Posses e do Veado, a Pedra do Frade e a praia do Caxadaço. Além disso, é possível fazer trekking, mountain bike e rafting com o acompanhamento de agências especializadas. Para os adeptos do surf, uma parada em Trindade é bem-vinda.

Onde ficar? Você quem sabe! Durante as travessias, é possível encontrar casas, campings e até pousadas nos locais que não fazem exatamente parte do parque, como em um vilarejo em Trindade, ou no centrinho de Cunha, por exemplo.

O ideal para se planejar para explorar este parque é definir quais dos roteiros quer seguir, os pontos onde vai dormir e definitivamente comprar um mapa para não deixar nada passar batido.

http://www.icmbio.gov.br/parnaserradabocaina/guia-do-visitante.html

https://www.feriasbrasil.com.br/sp/bocaina/parquenacionaldaserradabocaina.cfm

http://desviantes.com.br/blog/post/as-das-melhores-atracoes-da-serra-da-bocaina/

http://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Nacional_da_Serra_da_Bocaina

https://trilhaserumos.com.br/dicas-roteiros/parque-nacional-serra-da-bocaina/

https://www.viciadaemviajar.com/serra-da-bocaina-a-melhor-viagem-perto-do-rio-que-voce-nao-fez/

Parque Nacional de Anavilhanas, AM

Abrangendo cerca de 400 ilhas em uma área de 350 mil hectares, o Parque Nacional de Anavilhanas é uma unidade de conservação de proteção integral da natureza, localizado no estado do Amazonas. Todo o território está distribuído pelos municípios de Manaus, Iranduba e Novo Airão. Criado em 1981, a finalidade do local é preservar o arquipélago fluvial de Anavilhanas e suas diversas formações florestais, além de estimular o estudo científico e valorização da área.

O parque fica aberto o ano inteiro e tem entrada gratuita. A época da seca acontece entre setembro e fevereiro, e permite o desfrute das praias de areias brancas que se espalham pelo arquipélago. Já de março a agosto, o vislumbre fica por conta das trilhas aquáticas de Igapó, ou seja, passeios de barco por dentro das florestas alagadas pelo grande volume de chuva. Em qualquer época do ano, é possível apreciar o rio Negro dando um espetáculo (que vale a pena ser visto) quando se transforma em um espelho do céu.

Existem muitas, muitas atrações MESMO no parque de Anavilhanas. Vamos listar os mais populares:
– Interação com botos vermelhos: por R$ 15 por pessoa, é possível brincar e alimentar os mamíferos na Praia da Orla de Novo Airão.
– Passeio aquático: realizados nos rios Baependi e Bariaú
– Praias: emergem durante a seca (entre setembro e fevereiro), com areias brancas e águas negras do rio Negro. Entre as mais visitadas estão a da Orla, Aracari, Bararoá, Camaleão, Iluminado e Tiririca.
– Trilhas aquáticas de igapó: condições possíveis durante o período de cheia (entre março e agosto), tratando-se de passeios embarcados que adentram o que são conhecidas como florestas encantadas, que ficam alagadas.
– Trilhas terrestres: é possível percorrer as trilhas de igapó durante o período de seca, encontrando em contato com o verdadeiro bioma amazônico. Antes de adentrá-las, porém, é preciso checar as condições de manejo. As trilhas de Andorinha e Miritipuca são as mais curtas e de fácil acesso.
– Escalada em árvore: Oferecida por agentes de viagem com prévio agendamento, essa aventura em macucus gigantes pode ser feita por adultos ou crianças e não requer preparo físico. O custo, por pessoa, varia entre R$ 325 e R$ 795.
– Voo panorâmico: Observação aérea do parque de Avavilhanas feita por hidroaviões. O custo desta atração, porém, ainda é muito elevado, chegando a R$ 3.200 por hora, para quatro pessoas.
– Atividades naúticas: wakeboard (sim, é isso mesmo), esqui aquático, banana boat, canoagem e stand up paddle são algumas das opções de esportes que podem se praticados nas águas do parque.

Devido ao grande volume de atrações, o parque permite que os visitantes acampem em diferentes áreas, desde que obedecendo sempre às normas específicas de cada região. Sendo assim, está liberado montar abrigos rústicos, camping selvagem, camping suspenso em árvores, entre outras possibilidades que os bons aventureiros já conseguem imaginar. Para quem opta por mais conforto, existe a possibilidade de ficar em hotéis ou pousadas nos arredores da unidade de conservação.

Para chegar lá, deve-se pegar um voo até Manaus e partir de então, existem algumas opções para se deslocar até Novo Airão:
– Hidroavião
– Barcos (cerca de 9 horas) ou lanchas (cerca de 3 horas) – partidas de terça à sexta, às 20h. A passagem custa aproximadamente R$ 25 por pessoa e é necessário levar rede (conte conosco nessa ;-))
– Táxi-lotação – não funciona 24h. A viagem dura aproximadamente 2h30 e custa R$ 55 por pessoa, sendo quatro o limite.
– Carro particular – a partir de Manaus, a viagem tem cerca de 184 km.
– Ônibus-executivos: a viagem, que custa cerca de R$ 40 por pessoa, dura pouco mais de 4 horas.

Ufa, depois de tantas dicas vai dizer que não ficou fácil se planejar e ir? Viva #IntoTheOutdoors

http://www.icmbio.gov.br/parnaanavilhanas/guia-do-visitante.html

https://www.guiaviajarmelhor.com.br/diversao-na-natureza-conheca-o-parque-nacional-de-anavilhanas/

http://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Nacional_de_Anavilhanas

http://www.ecoadventures.com.br/pt-br/atrativos-e-passeios-det.asp?atrtv=71

Parque Nacional da Tijuca, RJ

Situado no coração do Rio de Janeiro, o Parque Nacional da Tijuca cerca a maior floresta urbana do mundo replantada pelo homem, com uma extensão que soma 3,95 mil hectares de Mata Atlântica. O maior objetivo da unidade de conservação é proteger o Corcovado e o monumento Cristo Redentor, o que o torna o parque nacional mais visitado do Brasil, recebendo mais de 3 milhões de pessoas por ano.

Dividido em quatro setores – Floresta, Serra da Carioca, Pedra Bonita/ Pedra da Gávea e Pretos Forros/Covanca, o parque tem opções de programas variadas, como áreas para piqueniques e churrascos, voo livre, escalada, skate, observação de aves, banho de cachoeira, rapel e trilhas. Entre a caminhada, é possível chegar até o Morro do Corcovado e ver de perto uma das sete maravilhas do mundo moderno: o Cristo Redentor. Além, é claro, da Vista Chinesa e do Parque Lage.

Também é bem possível encontrar durante o trajeto um macaco-prego, um cachorro-do-mato, um tucano ou, quem sabe, um bicho preguiça. O parque abriga 226 espécies de aves, 63 espécies de mamíferos de pequeno porte além de um leque de 1.619 espécies vegetais (onde 433 estão ameaçadas de extinção).

O parque pode ser acessado por diferentes caminhos. Suas muitas entradas permitem um tour a pé, de bicicleta, moto, carro e ônibus. Para conhecer o Setor Floresta da Tijuca, que abriga a cachoeira das Almas, deve-se utilizar o acesso principal, localizado na Praça Afonso Vizeu, no Alto da Boa Vista. Já para visitar o Setor Serra da Carioca, é sugerido o acesso pelos bairros Cosme Velho ou Alto da Boa Vista, ambos em direção às Paineiras e Corcovado. O caminho oferece duchas ao ar livre e a vista para a Estrada do Redentor. O Setor Pedra Bonita/ Pedra da Gávea tem acesso pela Barra da Tijuca e São Conrado, sendo indicado principalmente aos praticantes de voo livre e montanhismo em geral. Por fim, o setor Pretos Forros/Covanca se encontra em zona de recuperação, estando fechado para visitação.

O preço para ingresso no parque varia de acordo com a entrada escolhida e com a temporada em que se encontra, podendo ir de R$ 61 a R$ 103. Os valores exatos e a compra podem ser feitos pelo site http://www.paineirascorcovado.com.br/. A unidade de conserva tem condições favoráveis para visita durante o ano todo, mas, durante o verão, quando as chuvas são mais recorrentes, é importante checar a previsão antes de se arriscar em um caminho longo.

http://www.icmbio.gov.br/parnatijuca/guia-do-visitante.html

http://www.parquedatijuca.com.br/

http://www.wikiparques.org/wiki/Parque_Nacional_da_Tijuca

http://www.guiaviajarmelhor.com.br/dicas-lugares-para-conhecer-parque-nacional-da-tijuca/