Cientistas descobrem floresta no deserto do Saara – e ficam bem intrigados

Com a ajuda das imagens de satélites de alta precisão e tecnologia de inteligência artificial, cientistas europeus encontraram uma área verde em um lugar onde ninguém no mundo pensava ser possível: meio do deserto do Saara, no continente Africano. Por que tão improvável? Bom, basicamente porque a região é um mar de dunas e terras secas, maior do que os territórios de Angola ou do Peri, por exemplo. Depois de buscarem em mais de 1,3 milhão de km2 , os pesquisadores descobriram 1,8 bilhão de árvores e arbustos com coroas que medem mais de 3 metros quadrados – fora as menores, né? Ou seja: é árvore pra caceta.

Segundo o estudo, as imagens dos satélites foram tão precisas que, do espaço, as câmeras conseguiram identificar objetos com menos de meio metro de diâmetro para tentar entender a existência desta nova floresta no mundo. Geral tá intrigado no comportamento dessas árvores, é claro. Como é possível o crescimento e desenvolvimento em uma região tão seca? Qual sua capacidade de estocar carbono? Como vivem, do que se alimentam… brincadeirinha.

Se há tantas dúvidas sobre a vida da floresta verde, por outro lado não há nenhuma sobre seus benefícios para o meio ambiente. Árvores são SEMPRE importantes, independente da sua localização. nas cidades, elas melhoram a qualidade de vida e valorizam propriedades. Nas florestas, elas conservam e reciclam a água, além de servirem de abrigo para milhões de animais e espécies vegetais e também absorverem carbono da atmosfera. Mas, e em um local totalmente novo, onde as possibilidades de vida vegetal são restritas e pequenas?

Nas palavras dos pesquisadores, “estas árvores são um ponto a ser entendido e um elemento desconhecido no ciclo global de carbono”, mas a expectativa é que elas façam grande diferença no cenário global das mudanças climáticas. Os próximos passos devem continuar usando a combinação de inteligência artificial e satélites de última geração (porque não se mexe em time que tá ganhando, né, meus consagrados), para identificar não só a quantidade exata de árvores, mas também as espécies da região.

Agradecemos à ciência, e à tecnologia, mas o mérito é todo da natureza. Que coisa sinistra é o poder da vida! Que possamos nos surpreender muito mais com os pequenos presentes espalhados por aí, prontos para serem descobertos. A vida lá fora é muito mais bonita. #IntoTheOutdoors

Fonte: www.ciclovivo.com.br

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